Maratona de Berlim aponta a recordes no feminino

A organização da Maratona de Berlim confirmou esta terça-feira as presenças da etíope Tirunesh Dibaba e da queniana Edna Kiplagat, elevando o nível de um elenco de elite feminino no qual já constava Gladys Cherono. Prevê-se, assim, um feroz ataque na tentativa de bater o recorde mundial da distância, isto caso estejam condições ideiais para tal.

Detentora da quinta melhor marca da história, com 2:17:56 horas (conseguida na Maratona de Londres do ano passado, onde foi segunda), a etíope de 32 anos vai a Berlim com o objetivo de superar o seu recorde pessoal, o que a pode deixar bem perto do máximo histórico da distância, ainda na posse da britânica Paula Radcliffe, conseguido em 2003, com 2:15:25 horas.

Para lá deste anúncio de Dibaba, que será eventualmente a maior favorita a vencer nas ruas de Berlim, nota ainda para Edna Kiplagat, que terá em Berlim a sua chance de, para lá de conseguir um resultado de realce, alcançar a medalha das seis estrelas, símbolo dos finishers das seis majors. Aos 38 anos, chegará a Berlim depois de em 2017 ter vencido a exigente Maratona de Boston (já venceu também Londres e Nova Iorque), tendo como recorde pessoal 2:19:50, fixado em 2012.

Para lá deste trio citado, há ainda a realçar a presença de outras duas maratonistas sub-2:20 em Berlim: as etíopes Aselefech Mergia (2:19.31) e Yebrqual Melese (2:19.36), assim como Ruti Aga, com 2:20.41, e a japonesa Mizuki Matsuda (2:22.44).

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