Escolas abertas, ginásios fechados e teletrabalho obrigatório: as medidas do novo confinamento

13JAN 18h48

António Costa anunciou as medidas do novo confinamento, semelhante ao de março e abril do ano passado ("dever de recolhimento domiciliário"), com a exceção do dia das eleições presidenciais e mantendo as escolas abertas. Começa a partir das 0h00 desta sexta-feira (dia 15), com o teletrabalho novamente obrigatório, mas com um aumento da fiscalização e duplicação das coimas por incumprimento.

Segundo o Primeiro-Ministro, a duração do confinamento deverá ser de um mês. "As medidas são revistas de 15 em 15 dias. Devemos assumir as medidas para o proximo mês mas daqui a 15 dias poderá haver alteração, e esperemos que seja no bom sentido, mas assumamos um horizonte de um mês", referiu Costa, revelando que manter-se-ão "abertos e sem restrição horária quem assegura bens essenciais, os mesmos que estiveram abertos em abril e março, com cabeleireiros e barbearias encerradas."

Haverá acesso ao layoff simplificado para todas as empresas que tenham de encerrar a sua atividade.

Alguma das principais medidas:

- No desporto, ligas profissionais e equiparadas continuam em atividade;

- Escolas abertas, com aulas presenciais;

- Ginásios, cabeleireiros e barbearias fechados;

- Comércio fechado salvo estabelecimentos autorizados. As mercearias e supermercados vão estar abertos com uma lotação limitada a 5 pessoas por 100 metros quadrados mas os restaurantes só podem trabalhar em regime take-away ou entrega ao domicílio;

- Cafés e bares estarão encerrados, tal como estabelecimentos comerciais;

- Tribunais continuam abertos;

- Equipamentos culturais fechados;

- Teletrabalho obrigatório, com duplicação das coimas por incumprimento;

- Acesso ao layoff simplicado para empresas que parem a atividade.

(notícia atualizada às 19h34)

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